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Por Accenture

Atualizado


Reconhecida pelo profundo conhecimento de indústria no Brasil e no mundo, a multinacional de serviços Accenture tem habilidade única de influenciar o topo das organizações em questões estratégicas. Desde que anunciou a aquisição da cearense Morphus, provedora de gerenciamento de riscos e inteligência de ameaças cibernéticas, a gigante tem atuado diretamente com o C-level de seus clientes para assegurar a proteção do núcleo digital, da tecnologia e das cadeias de suprimento das organizações.

“Existem empresas com parque tecnológico incrível e as melhores ferramentas de segurança, mas que não necessariamente são as mais preparadas, robustas e resilientes. A segurança deve ir para onde vai a estratégia da companhia, porque as ameaças estão onde estão as ‘joias da coroa’”, afirma Andre Fleury, líder da Accenture Security na América Latina.

Desde 2015, em sua estratégia, a Accenture firmou a meta de se posicionar como líder em serviços de segurança cibernética no Brasil e na América Latina. De lá para cá, fez 16 aquisições na área de security no mundo. No Brasil, além da Morphus, adquiriu a Real Protect em 2021.

Fleury conta que o abrangente portfólio de serviços da Morphus foi determinante para sua aquisição. Além disso, a empresa detém conhecimento ímpar sobre o mercado nacional, acumulado em 20 anos de operação. “É disso que precisamos. Só um ‘hacker do bem’ brasileiro conhece o que o ‘hacker do mal’ brasileiro faz. O modelo mental é mais fácil de ser compreendido nessa proximidade. Quando falamos em segurança cibernética, não funciona contar com o trabalho técnico de fora da nossa realidade”, diz.

Recentemente, a Accenture anunciou também a expansão de sua parceria global com o Google Cloud e a colaboração com a Palo Alto Networks. Os objetivos desses movimentos são ajudar empresas a proteger seus ativos críticos e fortalecer a segurança contra ameaças cibernéticas persistentes.

Parceiros desde 2018, Google e Accenture agora se concentram em potencializar o novo serviço Managed Extended Detection and Response (MxDR), da Accenture, com inteligência artificial (IA) generativa do Google Cloud, desenhada para se integrar com as plataformas de segurança mais utilizadas. Com a Palo Alto Networks, a Accenture desenvolve soluções conjuntas de borda de serviço de acesso seguro (Sase), que permitem maior controle e entendimento de quais aplicações e sistemas podem ser acessados.

Tudo isso é parte da estratégia unificada da Accenture, que inclui a capacidade, em escala, de oferecer as soluções mais atualizadas do mercado para atender os clientes de ponta a ponta, utilizando amplo conhecimento sobre a indústria e o universo tecnológico.

Andre Fleury, líder da Accenture Security na América Latina, sobre a aquisição da Morphus, empresa cearense de serviços de defesa cibernética, pela Accenture: “Só um ‘hacker do bem’ brasileiro conhece o que o ‘hacker do mal’ brasileiro faz.” — Foto: Divulgação
Andre Fleury, líder da Accenture Security na América Latina, sobre a aquisição da Morphus, empresa cearense de serviços de defesa cibernética, pela Accenture: “Só um ‘hacker do bem’ brasileiro conhece o que o ‘hacker do mal’ brasileiro faz.” — Foto: Divulgação

Os caminhos rumo à segurança

A importância da atuação conjunta entre empresas e parceiros foi o foco principal de discussões da última edição da RSA Conference. É uma das maiores exposições de cibersegurança do mundo, e foi realizada em San Francisco (EUA), em abril, sob o tema “Stronger together”. “Esse tema é muito significativo: ele fala de colaboração, de trocar experiências para combater os ataques criminosos. É isso que temos que fazer, como líderes e como empresa. Precisamos realmente nos unir para melhorar o cenário e proteger os negócios”, diz o gerente de Defesa Cibernética da Petrobras, Rodrigo Rosa.

Segundo Raphael Gomes Pereira, diretor de Cyber OT Latam na Accenture, que acompanhou o evento junto com outros diretores da companhia, o debate deste ano girou em torno das soluções em segurança que envolvem a empresa como um todo, bem como parceiros, fornecedores e outras organizações do mercado. “As parcerias e construções de relacionamentos são parte do caminho para enfrentar os riscos cada vez mais iminentes”, ressalta.

Para Vanessa Fonseca, Cyber Strategy Lead na Accenture Brasil, a chave da implementação de uma cibersegurança bem-sucedida está no envolvimento das lideranças das companhias. Ainda que não sejam experts no tema e não detenham o conhecimento técnico sobre cibersegurança, todo o C-level precisa se apropriar da questão, que deixou de ser uma agenda apenas do Chief Information Security Officer (CISO).

Essa estratégia determina que os CEOs façam as perguntas certas, desafiem suas organizações a identificar e tratar o risco cibernético de maneira eficaz, estejam mais sintonizados com o desempenho dos investimentos em segurança e liderem a mudança de cultura para adotar a segurança em toda a empresa, segundo a Accenture.

“Hoje, investir em segurança, muitas vezes, é sinônimo de garantir a continuidade da operação”, comenta Glauco Sampaio, CISO da Cielo. “Na RSA, me chamou a atenção que globalmente há a preocupação de oferecer trilhas voltadas para as lideranças, como um letramento, para ajudá-las a tomar decisões importantes sobre o tema.”

Quantificar e prever os riscos

De acordo com Vanessa, uma das tendências em cibersegurança é o desenvolvimento de ferramentas capazes de quantificar com precisão os riscos cibernéticos, apontadas como futuro divisor de águas. “Apresentar os riscos de forma concreta vai mudar a forma dos executivos de encarar esse tema. Em 2021, os crimes cibernéticos causaram danos na casa dos US$ 7 trilhões. Se pudermos mostrar para as lideranças, depois de uma análise específica do negócio, que um ataque pode custar R$ 10 milhões em dez minutos, por exemplo, fica claro que esse é um investimento estratégico”, reforça. A Accenture já testa essa tecnologia.

Hoje a consultoria trabalha identificando os pontos de atenção em todos os projetos em que atua, seguindo um modelo de segurança “by design”. “Nossa porta de entrada é contar com uma boa estratégia. Temos diferentes tecnologias para oferecer, mas o primeiro passo é entender como as ferramentas vão conversar para proporcionar maior grau de segurança”, diz a líder de Cyber Strategy da Accenture.

A empresa também conta com uma equipe especializada que conhece o modus operandi dos atacantes e como esses ataques se desenrolam. “Evitamos os ataques a partir do reconhecimento dos riscos. Vamos, em breve, lançar um relatório concentrado na inteligência de ameaças para munir o mercado de informações. É um conteúdo elaborado pelo Morphus Labs, o núcleo de estudos avançados e pesquisas da Morphus”, revela.

Vanessa Fonseca, Cyber Strategy Lead na Accenture Brasil: “Se pudermos mostrar para as lideranças, depois de uma análise específica do negócio, que um ataque pode custar R$ 10 milhões em dez minutos, por exemplo, fica claro que a segurança é um investimento estratégico.”  — Foto: Divulgação
Vanessa Fonseca, Cyber Strategy Lead na Accenture Brasil: “Se pudermos mostrar para as lideranças, depois de uma análise específica do negócio, que um ataque pode custar R$ 10 milhões em dez minutos, por exemplo, fica claro que a segurança é um investimento estratégico.” — Foto: Divulgação

Pilares estratégicos

Hoje, alguns pilares sustentam e impulsionam a cibersegurança no mundo. Para Mauricio Fierro, responsável pelos temas de cibersegurança na CMPC, no Chile, o aumento de regulamentações é um dos mais importantes tópicos. “Isso porque a cibersegurança funciona em camadas, nunca é constituída por apenas um tipo de proteção”, afirma.

Vanessa Fonseca define três forças que aceleram a implementação da segurança cibernética. A reinvenção total das empresas deve ser realizada tendo a segurança by design em toda concepção dos projetos. Não se trata de um elemento extra. A segunda força é a certeza de que crises geopolíticas e econômicas existem e vão continuar a impulsionar o crime cibernético. Em terceiro, vem a força das regulamentações, que acelerarão a instalação da soberania digital, da defesa nacional e das infraestruturas críticas. “Vale ressaltar que, no caso da guerra entre Rússia e Ucrânia, muito antes de os ataques físicos terem início, os ciberataques já estavam sendo deflagrados e propagados. A guerra cibernética é consolidada e precisa ser levada em consideração”, reafirma Vanessa.

Mesmo com o cenário aquecido, há escassez de mão de obra global para atuar em cibersegurança. “Esses profissionais, geralmente, são pessoas dispostas a aprender e que gostam de inovação. As possibilidades de atuação são diversas: na Accenture, temos a área mais analítica e a operação em si. Fomentamos treinamentos internos, até para poder dar autonomia de navegação aos profissionais em diversas frentes”, explica a executiva.

Todo ano, a Accenture investe globamente mais de US$ 1 bilhão em desenvolvimento de profissionais ea meta é aumentar a participação feminina em todos os serviços, inclusive de segurança. Até 2025, a o objetivo é contar com uma força de trabalho composta por 50% de mulheres. Hoje a empresa já garante que todo processo seletivo assegure, pelo menos, o mesmo número de homens e mulheres como candidatos às vagas em cibersegurança.

Leia mais sobre cibersegurança.

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A Accenture conta com equipes multidisciplinares nas mais diversas áreas da tecnologia e segurança – como especialistas em inteligência artificial, blockchain e machine learning – para planejar, programar e executar projetos customizados em um mercado competitivo e de acordo com a necessidade de diferentes clientes.

Confira as oportunidades para trabalhar na empresa que é pioneira em defesa cibernética e que conta com a aplicação de tecnologias de última geração em todos os seus projetos.

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