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Por Falconi

Atualizado

Após suplantar a marca de 200 projetos concluídos na temática ESG, a Falconi, maior consultoria brasileira de gestão empresarial e de pessoas, mais que dobrou sua atuação em projetos ambientais, sociais e de governança. Tem crescentemente ajudado corporações e instituições diversas na busca por caminhos na interseção de aumento de produtividade e geração de impacto positivo para a sociedade.

É o caso, por exemplo, do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Apoiada pela Falconi, a instituição firmou o compromisso de proporcionar mais agilidade à indústria da mineração para que evolua nas pautas de sustentabilidade e no cumprimento de metas em prol da sociedade em geral, trazendo transparência e objetividade ao processo.

No primeiro ano, o instituto passou por um diagnóstico embasado pela aplicação de metodologia para deixar seus objetivos mais claros e mais transparentes, assim como o acompanhamento em relação aos compromissos anunciados. E hoje a entidade já apresenta resultados tangíveis, praticamente alcançando todas as metas propostas.

Outros exemplos vêm dos setores de energia elétrica, financeiro e logístico, entre muitos mais. É o caso de uma companhia do mercado de energia, na qual mais de 3 mil dos seus funcionários já passaram por formação especializada em mudanças climáticas por conta de projeto implementado com a Falconi.

Neste, como em outros projetos, a consultoria ajudou as corporações a entender como se posicionam dentro da agenda ESG, realizando um diagnóstico completo nos seus negócios. Em comum, todos os projetos dividem o foco em três fatores cruciais – gestão, gente e tecnologia –, sempre com o objetivo final de gerar valor sustentável nas companhias.

O trabalho requer o avanço por uma série de etapas, a começar pela sensibilização e capacitação de membros de conselho, executivos do C-level e demais líderes em relação à temática ESG. Após a avaliação da maturidade no assunto, definem-se as iniciativas estratégicas e começa o processo de adequação do relacionamento com os stakeholders internos e externos do cliente. Por fim, chega-se à fase da implementação da nova abordagem ESG.

A CEO da Falconi, Viviane Martins, comenta que a ideia é apoiar o cliente na jornada que começa pelo ultrapassar da etapa da intenção, ainda apenas no discurso, para que inicie o trabalho efetivo, com desdobramento de metas e de métricas em níveis táticos e operacionais. Igualmente faz parte do trabalho implementar rituais de gestão e adequar as estruturas organizacionais, respeitando o novo ciclo de crescimento da empresa, que passa a estar muito mais alinhado com as temáticas ESG.

A CEO da Falconi, Viviane Martins — Foto: Divulgação
A CEO da Falconi, Viviane Martins — Foto: Divulgação

Diversidade e inclusão

Dentro da miríade de assuntos urgentes englobados pela sigla ESG, diversidade e inclusão (D&I) também aparecem com protagonismo na operação da consultoria, principalmente internamente. A Falconi adotou, ela própria, uma pauta ambiciosa em suas ações de inclusão e já colhe os primeiros resultados desse trabalho. A meta estabelecida é de, até 2025, alcançar 30% de mulheres na alta liderança da organização.

“Não existe conflito algum entre implementar pautas de inclusão e buscar desempenho financeiro. É uma situação de ganha-ganha, na qual a diversidade contribui para a empresa aumentar sua relevância social e, também, alcançar melhores resultados em termos de crescimento”, diz sua CEO.

O censo interno realizado pela organização aponta, por exemplo, um substancial aumento na contratação de profissionais do sexo feminino desde a implementação de metas mais agressivas em prol da paridade de gênero pela companhia: sua presença subiu de 39% em 2019 para 45% em 2022.

A empresa busca agora acelerar em outras frentes, como a de contratação de pessoas negras (segundo o censo, eram 17,8% da companhia em 2019, e agora são 21,1%) e de pessoas LGBTQIA+ (comparação no mesmo período revelou que o percentual de colaboradores que se identificavam como LGBTQIA+ subiu de 8,9% para 12%).

Um dos segredos para o sucesso do projeto da Falconi está no engajamento dos próprios profissionais da empresa. Dos 1.200 colaboradores da companhia, um terço participa voluntariamente de grupos de afinidade, propondo políticas e práticas concretas na temática de D&I. Essas pessoas contribuíram para a criação do Programa Falconi Diversa, voltado para pessoas negras, assim como para o desenho de novas políticas de recrutamento, agora às cegas, e de promoção.

Além disso, um comitê permanente de D&I atua diretamente com a CEO. “Ainda estamos longe de onde queremos chegar, mas já avançamos bastante, em diferentes frentes, incluindo a diversidade na formação profissional. Antes, éramos quase todos engenheiros, administradores ou economistas. Hoje temos no time oceanógrafos, jornalistas, estatísticos e vários outros”, revela a presidente da Falconi.

Metas e metodologia

Na hora de olhar para fora de casa, o trabalho é similar ao praticado nas soluções de ESG, com a diferença de que muitas empresas dispostas a endereçar questões ligadas à diversidade e à inclusão partem para a execução de iniciativas antes mesmo de criar um planejamento estratégico.

“Ou seja, ações que não estão conectadas a fatos e dados”, analisa Viviane. A ausência de objetivos claros e de parâmetros para acompanhar avanços de forma transparente e, sobretudo, a falta da inclusão do tema no dia a dia da empresa acabam por comprometer seus efeitos de longo prazo, visto serem iniciativas isoladas.

Conhecida pelo sucesso com que ajuda as companhias a implementarem processos tanto para atingir seus objetivos econômicos quanto em termos de gestão de seus talentos, a consultoria defende que também no campo de D&I é necessário que as companhias avancem através de fases. A primeira é a da autoavaliação, que pode ser feita por meio de um censo como aquele que a própria Falconi faz internamente: “só então se consegue mensurar o verdadeiro tamanho do desafio à frente”, diz a CEO.

Desafio mapeado e mensurado, é a hora de se definirem metas, baseadas nos dados do cliente em comparação com o cenário em seu mercado, concorrentes e/ou benchmarks. Só então se parte para a implementação de iniciativas práticas, ancoradas pelo plano inicial e norteadas pelas metas, com governança bem definida, para garantir o efetivo acompanhamento da execução do plano e a entrega de resultados.

“O mercado já passou do momento de sensibilização: a consciência está formada. Agora é hora de colocar as políticas em prática – o que nem sempre é uma tarefa simples, muito menos rápida. Mas cada vez mais organizações estão se preparando para estar à altura do desafio”, concluiu a CEO da Falconi, Viviane Martins.

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