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“Na hora em que os negócios entenderem que a inteligência artificial (IA) aplicada a redes muda radicalmente o potencial de suas performances, vamos assistir a uma revolução.” A afirmação do cientista-chefe da TDS Company, Silvio Meira, resume uma transformação que já está em curso. À medida que inteligência artificial, computação em nuvem e conectividade convergem, as redes deixam de ser apenas infraestrutura para se tornarem um dos principais habilitadores da inovação e da competitividade das empresas.

Esse é o tema do segundo episódio da nova temporada da websérie “Vamos habilitar o próximo novo?”, apresentada pela Claro empresas, produzida em parceria com a Editora Globo e veiculada no Valor Econômico. Além de Silvio Meira, Ronaldo Lemos, advogado, professor e diretor científico do ITS Rio; Maria Teresa Lima, diretora-executiva para Governo da Claro empresas; e Marisa Reghini, VP de Negócios Digitais e Tecnologia do Banco do Brasil, debatem como as redes inteligentes vêm transformando os setores econômicos.

Na hora em que os negócios entenderem que a IA aplicada a redes muda radicalmente o potencial de suas performances, vamos assistir a uma revolução”
— SILVIO MEIRA, cientista-chefe da TDS Company

Ao reunir especialistas, clientes e parceiros, a Claro empresas reforça seu papel como orquestradora de um ecossistema que conecta infraestrutura, tecnologias e soluções para viabilizar estratégias de inteligência artificial. Um dos exemplos dessa transformação vem do Banco do Brasil. Com cerca de 16 bilhões de transações realizadas diariamente, a instituição depende de uma infraestrutura capaz de validar informações em milissegundos, com segurança e alta disponibilidade.

“A informação sai do aplicativo do cliente, não importa onde ele esteja no mundo, e trafega em todas as redes do banco, até chegar no data center central, que valida e retorna. Se qualquer ponto travar, o cliente não vai conseguir efetuar essa transação. Não queremos que isso aconteça”, explica Marisa Reghini.

Essa é a nova economia: juntar SD-WAN com potencial de cloud, uma arquitetura edge e IA rodando sobre toda essa infraestrutura. É um ecossistema completo”
— MARIA TERESA LIMA, diretora-executiva para Governo da Claro empresas

Para entregar desempenho, o banco conta com uma solução baseada em Software-Defined Wide Area Network (SD-WAN), que utiliza software para gerenciar, conectar e otimizar redes corporativas distribuídas. “Essa tecnologia nos permite fazer o gerenciamento automatizado. Ela se autogerencia, corrigindo a parte necessária para o funcionamento. Isso se traduz em baixa latência, segurança e alta disponibilidade 24 horas por dia, sete dias por semana”, afirma Reghini. “Atualmente, 96% das transações que os clientes realizam conosco acontecem por canais digitais. A tecnologia acompanha nossos negócios”, completa a executiva do Banco do Brasil.

Atualmente, 96% das transações que os clientes realizam conosco acontecem por canais digitais. A tecnologia acompanha nossos negócios”
— Marisa Reghini, VP de Negócios Digitais e Tecnologia do Banco do Brasil

Ecossistema integrado

Se na instituição financeira as redes inteligentes garantem bilhões de transações diárias, em outros segmentos elas ampliam a capacidade das empresas de interpretarem dados e automatizarem decisões em tempo real. Para Ronaldo Lemos, essa mudança já é perceptível em atividades cotidianas, como o varejo.

“Não é só o dinheiro que está virando informação. Hoje, as câmeras sabem se um produto está faltando ou se foi retirado da prateleira e devolvido no lugar errado. Identifica o que as pessoas estão comprando mais. Essas informações são repassadas imediatamente para os fornecedores e para os funcionários. É um outro tipo de gestão, muito mais inteligente”, comenta.

Não é só o dinheiro que está virando informação. Hoje, as câmeras sabem se um produto está faltando ou se foi retirado da prateleira e devolvido no lugar errado. É um outro tipo de gestão, muito mais inteligente”
— RONALDO LEMOS, advogado, professor e diretor científico do ITS Rio

Para Maria Teresa Lima, esse novo cenário exige mais do que a adoção de tecnologias isoladas: “Essa é a nova economia: juntar SD-WAN com potencial de cloud, uma arquitetura edge e IA rodando sobre toda essa infraestrutura. É um ecossistema completo. Na Claro empresas, atuamos de forma consultiva, auxiliando os clientes a construir soluções que juntem rede com nuvem, IA, Internet das Coisas, 5G e serviços profissionais. Integrando isso tudo, podemos apoiar os clientes no processo de transformação.”

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