Binance se integra ao Pix e dinamiza transações com criptomoedas no Brasil
Já é possível realizar pagamentos instantâneos em real usando 100 criptomoedas disponíveis no país. Maior exchange do mundo também lançou cartão Mastercard para pagamentos com criptomoedas
A utilização do Pix já gerou uma redução de custo de R$ 106,7 bilhões para consumidores e empresas brasileiras, de acordo com estudo recém-publicado pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC). Lançado há cinco anos, a ferramenta simplificou as transações bancárias, reduziu gastos e se tornou uma fonte de impulso para a economia, sendo referência em outros países. Atenta à tendência, a Binance integrou-se ao sistema, permitindo aos usuários pagamentos em tempo real usando as criptomoedas e também firmou uma parceria com a Mastercard, aliando a estrutura financeira tradicional e o digital.
De acordo com o estudo, essa modalidade de operação instantânea já gerou uma economia de R$ 18,9 bilhões somente entre janeiro e junho deste ano. Na comparação anual, o Brasil quase triplicou o valor economizado, indo de R$ 11,9 bilhões, em 2021, para cerca de R$ 33 bilhões, em 2024. Mantendo o ritmo de adesão e substituição de meios de pagamento, a projeção é de de até R$ 40,1 bilhões em ganhos financeiros até 2030.
Além das tarifas, o levantamento destaca efeitos indiretos, como o estímulo à formalização de pequenos negócios, a ampliação da bancarização da população e a redução do uso de dinheiro em espécie. O sistema foi capaz, ainda, de reduzir custos das empresas, seja em produtos, ou em algum processo interno.
As experiências internacionais também foram consideradas no estudo. Países como Índia, Suécia e Reino Unido adotaram a inovação como modelo de operação e governança. Porém, ao contrário de outras nações, o Brasil concentra as ações do Pix no Banco Central, que opera e regula a ferramenta.
Binance Pay
Mais do que apenas uma atualização técnica, a integração do Pix ao Binance Pay, ferramenta de pagamentos da plataforma, oferece aos usuários a experiência de realizar métodos de transações financeiras utilizando ativos digitais com agilidade e segurança. Desta forma, os ativos deixam de ser apenas um investimento e, gradualmente, vão se tornando parte da vida cotidiana.
Esta integração também atende a uma demanda real. Além de ser um mercado forte para inovação em pagamentos, o Brasil é líder global em adoção de criptomoedas - é o sexto maior mercado de cripto do mundo, segundo a consultoria Triple-A, com mais de 17% da população detendo alguma forma de ativo digital.
Uma pesquisa recente conduzida pelo Instituto Locomotiva para a Binance descobriu que 42% dos investidores brasileiros já possuem cripto — a mesma porcentagem daqueles que possuem ações ou fundos mútuos.
Binance Card Mastercard
Recentemente, a empresa também anunciou o lançamento do Binance Card em parceria com a Mastercard. O cartão permite que as pessoas cadastradas no Brasil realizem compras e saques utilizando as criptomoedas de suas carteiras em mais de 150 milhões de estabelecimentos que aceitam a bandeira em todo o mundo.
Por meio de um processo simples e ágil, os usuários convertem ativos digitais como Bitcoin, Ether, BNB, stablecoins e diversos outros diretamente em moeda corrente no ponto de saque ou compra, seja em lojas físicas ou online. Além disso, os portadores do cartão têm direito a até 2% de cashback.
De acordo com Guilherme Nazar, vice-presidente da Binance para a América Latina, a Binance construiu uma plataforma completa para levar seus primeiros 1 bilhão de clientes ao universo cripto, desenvolvendo os melhores serviços e produtos para tornar essa jornada mais fácil e eficiente. “O lançamento do Binance Card e do Pix é mais um exemplo desse compromisso. O Brasil é um mercado estratégico para a empresa, e o cartão se soma ao portfólio completo de soluções de pagamento em cripto já disponíveis aos usuários brasileiros”, declarou Nazar.









